Fiji Times
BULA! (Ola, em Fijian)
Estou sentada na cadeira do editor chefe do jornal Fiji Times, em Suva, Fiji.
Ontem, fui a uma conferencia de imprensa onde a igreja catolica doou mais de mil cadeiras de rodas para a Associacao de desabilitados de Fiji e a noite fui acompanhar o jornalista Jona na historia da capa do jornal.
Era comemoracao de 100 anos dos escoteiros e as criancas acenderam uma fogueira bem grande, uma graca!
Fotos e mais sobre o pais em breve!
MOCE (tchau)!
Escrito por Claudia Ferraz às 21h21
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Reporteres Sem Fronteira
Depois da temporada em Sydney trabalhando para a AAP, a volta para a Gold Coast e a adaptacao a nova rotina esta sendo lenta, bem lenta. Porém, o jornalismo continua mais rapido. Com o treino na agencia de noticias consigo escrever com muito mais rapidez as noticias em inglês. Otimo treino.
Agora, estou trabalhando em conjunto com a organizacao não-governamental Repórteres Sem Fronteira, que trabalha constantemente para garantir a liberdade de imprensa e a seguranca de jornalistas ao redor do mundo.
O link abaixo é um dos meus primeiros trabalhos. Após entrevistar o editor de um jornal árabe que recebeu uma ameaça de bomba de um homem que disse representar a Al'Qaida, o RSF mandou uma carta oficial ao "juiz-geral" da Australia pedindo proteção para o editor.
http://www.rsf.org/article.php3?id_article=20802
Escrito por Claudia Ferraz às 11h31
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LEITURA: Todas as materias que eu produzi na Australia e publicadas em revistas, jornais e websites Australianos e Brasileiros estao em Freelancer na Terra do Canguru.
Escrito por Claudia Ferraz às 21h32
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ENTRETENIMENTO: Sabe quando voce nao para de rir que chega a doer a mandibula? Pois e', fui ao musical As aventuras de Priscilla, a Rainha do Deserto. Fantaaaastico! A historia e a mesma do filme, mas a performance das drags sao de arrasar, bem! As fantasias entao, um luxo! Apesar da plateia "pink", e' um programa para toda familia. Varias criancas assistiram a peca e nao vi ninguem que nao sabia cantar "I will survive"! O musical, que comecou em outubro do ano passado, vai agora vai para os States no Festival Australiano de la'.
Escrito por Claudia Ferraz às 03h01
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Feliz Ano Novo

Para quem se interesar o reveillon de Sydney vale a pena conferir. Ainda por cima se for em um barco na Baia de Sydney. A minha virada contou com um jantar delicioso, com direito a entrada, menu principal, sobremesa e tabua de queijos! Champagne a vontade, claro e mais: show de cabaret com tema de varias partes do mundo. Teve um bando de "Carmem Miranda" gritando ai com a voz fininha. Os leques coloridos das dancarinas imitaram o filme Memorias de uma Geisha. Teve salsa, merengue, tango e ate a cancao do Moulin Rouge. Uma das performances contou com fantasia de aborigine ao som de todos os animais do Outback Australiano. E o mais esperado Can-can "obrigou" alguns, confortaveis em suas mesas, a levantar as perninhas - ta certo que em meio a garotas bonitas com pernas perfeitas!
Apesar da saudade do Brasil, a virada com contagem regressiva (em ingles e muitas outras linguas) foi bem de bebado e os fogos iluminaram toda a cidade. Os fogos da Ponte da baia, em forma de uma coroa gigante, caiam sobre a agua que refletia o colorido da festa. Coordenados com os fogos da maioria dos arranha-ceus de Sydney, que mais pareciam velas de aniversario. A festa tambem foi para comemorar antecipadamente os 75 anos da inauguracao da ponte, em Marco, com um diamante bem no meio da ponte.
O meu barco fez parte da parada dos barcos que, iluminados, formaram uma grande linha de neon no horizonte escuro da baia. Em terra firme, mais parecia Hollywood com flashes para todos os lados. Milhoes de pessoas participaram da primeira virada do ano do mundo, milhoes mesmo, porem, nada comparado com a Avenida Paulista! Muito menos com todo mundo vestido de branco na praia, pulando sete ondas e mandando desejos para a Iemanja! O Brasil tem seus problemas (nao vamos comentar sobre os Osamas do Rio), mas que e bonito e!
Escrito por Claudia Ferraz às 21h50
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Reporter Policial
Ontem fui a Suprema Corte da Australia assistir a apelacao de Ali Osman, acusado de bater em um salva-vidas, o que deslanchou um "arrastao" na praia de Cronulla, sul de Sydney, em Decembro do ano passado. Mais de cinco mil "White Power people" expulsaram da praia e arredores qualquer um que aparentemente lembrasse ser vindo do oriente medio, uma confusao considerada o maior "riot" na Australia desde 1800 e alguma coisa. Varias pessoas foram linxadas e esfaquiadas. Alguns dias depois, veio a revanche. A maioria dos carros estacionados na praia foram destruidos. Osman nunca confessou ter comecado a briga e essa foi a segunda apelacao do garoto contra 300 horas de trabalho voluntario. Perdeu claro, porque todo mundo viu ele batendo no salva-vidas ate cair.
Buenas, nao podia deixar de conferir a praia, ja que tinha fama de ser a "praia branca". A areia nem e tao branca assim, o surfe nem e tao bom assim e no final das contas sai de la torrada do sol. Para nao dizer que nao tem nada de bom, North Cronulla e super extesa e otima para caminhar. Mas depois de saber da historia, se vc visitar a praia e reparar alguns apartamentos com a bandeira da Australia, certamente mora um dos envolvidos no arrastao!
Escrito por Claudia Ferraz às 22h33
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Australian Associated Press
Estou trabalhando na Australian Associated Press (AAP) em
Sydney durante as ferias. A cidade e super bonita e me fez lembrar Sao Paulo.
Porem e mais parecida com Auckland ou Londres. No primeiro dia cobri um
atropelamento, no qual uma garota morreu e o seu namorado esta no hospital
seriamente ferido. Segundo dia fui ao Sydney Opera House para saber sobre o tema
do Reveillon e como serao os fogos de artificio. Terceiro dia fui no lancamento
da Parada Gay de Sydney em fevereiro. Escrevi algumas materinhas que vou postar
no site logo mais.
Agora estou no ocio! Nao to fazendo naaaada, absolutamente nada.
O engracado e que eu estou morrendo de saudades do Brasil, e de trabalhar no
Brasil. As pessoas de Sydney sao muito esnobes, e cada um por si e quem chegar
em segundo e perdedor. A diferenca e que o pessoal de Melbourne e super ligado
em cultura, adoram literatura, opera, filmes, etc. E o pessoal de Queensland e
tipo Bahia, devagar quase parando, nada de estresse!
Na Gold Coast estava adorando apreender sobre as diferentes culturas. Conheci
gente da Indonesia, Malasia, Finlandia, Suica e fiz amizade com alguns
americanos, que por sinal, sao meio bobos, hehe. Agora estou me especializando
na maior cidade da Australia, com mais de quatro millhoes de
habitantes.
Escrito por Claudia Ferraz às 21h32
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Formula Indy
Entre as tentativas de ser correspondente da Australia para o
Brasil, o maior evento da Gold Coast, formula indy, rendeu a publicacao das
minhas materias em dois websites: www.speedonline.com.br e www.superspeedway.com.br.
A parte interessante e que aulas e livros sobre o
assunto apenas contribuem para se ter uma ideia de como e ser
freelancer em outro pais.
Me deparei com centenas de pessoas, nenhuma vaga para parar o
carro, dezenas de pilotos e inumeras coisas para preencher.
Tudo tranquilo, porque quando se esta preparado as coisas ficam mais faceis,
por exemplo saber quem entrevistar e em o que focar.
Mas, mesmo assim, eu parecia o Pateta com um bloquinho, caneta e
gravador em uma mao e camera fotografica na outra!
Corria para um lado para tirar fotos, corria para o outro para
entrevistar os brasileiros.
E quando se tem que tirar foto e entrevistar ao mesmo tempo?
Ufa! Parece bobeira, mas no final do dia eu so queira descansar, mas nao e
hora de escrever.
Tropecos
Nao sabia quem era o brasileiro que estava testando o
carro de 2007, Roberto Moreno!
Perdi todas as entrevistas do primeiro dia gravadas no
palm e nao tinha muitas anotacoes no bloquinho!
A unica jornalista brasileira do evento expulsa do
pit de Antonio Pizzonia porque um dos da equipe estava de mau
humor.
Rodei por tres horas para achar uma vaga para parar o
carro e acabei perdendo o primeiro dia de corrida (a minha carona resolveu
nao me dar carona no ultimo segundo!).
Escrito por claudiaferraz às 23h34
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Conferência de Jornais
A 47a. Conferência de Jornais da Região do Pacífico, no
começo do mês, girou em torno das novas tecnologias.
Na maioria das apresentações e painéis foi discutido o que os jornais
devem fazer para continuar na briga pela audiência.
Diretor de tecnologia The Boston
Globe, John Forcucci, disse que no futuro os jornais serão
feitos de plástico com dispositivo wireless, e diferentes midias para
navegar: audio, video, fotos e textos.
Assim como a foto.
Escrito por claudiaferraz às 09h48
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